Orando Pelo Governo Bolsonaro

“Numa gestão porventura nossa, apenas buscaremos cumprir os compromissos que o constituinte entregou ao Ministério Público Federal, de zelar pela impessoalidade, pela transparência, pela publicidade, pela moralidade administrativa, pela legalidade, pela economicidade, pela efetividade. Isto porque existem vários elementos que ao longo desses últimos anos destoaram-se, especialmente no personalismo. Precisamos tornar todas as operações iguais e com possibilidades amplas para que todos os colegas que tenham expertise, vontade e disposição tenham o direito de participar desses trabalhos. Esse não pode ser um clube seleto para corporativistas.” (Augusto Aras, PGR). (1)

Se esta é a diretiva a ser adotada pelo novo PGR eu dou 100% de apoio. E o declarante em questão pode ser identificado claramente aqui: https://augustoaras.com.br/

A Lava-Jato não é Dallagnol, não é Sérgio Moro, não é este ou aquele indivíduo.

É a atuação Colegiada entre PF + MPF + Juízes + TRF + Povo Brasileiro + Grupo Parlamentar de Apoio + Parte Menor da Mídia que acompanha + Deus.

Bolsonaro é o Presidente eleito e deve ser deixado livre para trabalhar naquilo que lhe compete. A Constituição diz que ele escolhe e o Senado sabatina e aprova ou reprova. Não fala nada sobre “lista tríplice e nem de tradição ser superior à Carta Magna” – portanto, tudo dentro da normalidade legal.

O trabalho que vem à seguir é ao Juízo do novo PGR e sua autonomia deve ser respeitada. Ponto.

Pretender querer governar no lugar de Bolsonaro e iniciar “uma traição” porque ele “não faz 100% o que fulano ou cicrano quer” é um equívoco. A arte da política é a arte do possível. A Nação está toda aparelhada por esquerdistas e esquerdopatas no segundo e terceiro escalão. O Comunismo doentio e diabólico de Gramshi está implantado em toda parte, no MPF, na PF, Nas Forças Armadas, nos Ministérios, nas Escolas, nos Sindicatos, na maior parte da Mídia, em grande parte das Igrejas, no domínio central da CNBB, em grande parte dos “sabotadores” da República com visão Liberal Econômica.

Se as ações do Presidente na busca por encontrar um ponto de equilíbrio para fazer A AGENDA EXECUTIVA NACIONAL andar for “atacada” todas as vezes que ele “parecer destoar do que este ou aquele radical acha que deve ser feito” – então, é como ele tem dito: “a convivência fica difícil”.

Um diz: “vamos de Sérgio Moro em 2022” – mas já se esqueceram que Moro ia colocando uma Comunista crítica de Bolsonaro logo que assumiu e o Presidente determinou o veto dela?

Outro diz: “vamos ver se Flávio Bolsonaro vai ser denunciado!” – se for pelo que ocorreu no Rio de Janeiro, qualquer idiota sabe que o caso está esclarecido, que compete ao MPE apresentar a denúncia COLEGIADA de todos os Deputados envolvidos em suposta situação financeira indevida e não foi correto quebrar o sigilo bancário dele e divulgar à Imprensa sem autorização judicial – ou alguém aqui apreciaria ser tratado desta forma? Que se realize o “devido processo legal” e não esta aberração de “pressão social para pretender induzir atos do Judiciário”.

Já a ação contra o STF que todos esperamos, seja feita, ela não vale absolutamente nada vinda da parte do MPF / PGR – é matéria constitucionalmente definida como de competência do Senado e já está perfeitamente documentada, protocolada (até onde sei) em mais de 15 denúncias e solicitações de “Impedimento” contra diversos Membros da Suprema Corte. A pressão social deve ser sobre o Senador Alcolumbre para que ponha em votação plenária a condição aqui definida.

Ao exprimir um julgamento sobre um Presidente com o perfil de Bolsonaro que presta satisfações todas as quintas-feiras diretamente na minha residência, onde acompanho na Internet, tenho colocado sobre a mesa duas bases: (a) de um lado, os prós e do outro os contra; e, (b) analiso se no conjunto de toda a demanda gerencial, considerados os assessores militares e estrategistas ao seu lado, foi o que deu pra fazer.

Enquanto Bolsonaro manter-se conectado com 4 pontos fundamentais, eu defenderei por escrita, voz, atitudes e voto, toda a sua liderança nacional. Os quatro pontos são:

  • Não aceitar “toma-lá-dá-cá” que foi e ainda é uma prática do Diabo em nossa Nação;
  • Manter Ministérios rigorosamente técnicos e não dominados por politicagem partidária interessada em “caixa dois”;
  • Defender, fortalecer, apoiar e trabalhar a favor do Liberalismo Econômico que é a única forma de se deter a onda Socialista-Comunista e enfatizo: DETER e não EXTERMINAR, porque os tentáculos deste “molusco” (polvo) são profundos na cultura de se depender do Estado como “o protetor econômico” daqueles que não tem espírito empreendedor, afeitos à ciência, tecnologia e inovação e que gostam de ‘mamar nas tetas das Prefeituras’ – tal desafio é o maior de todos;
  • Manter-se em conexão com as instrumentalidades da ala da Igreja Cristã Brasileira que se mantém fiéis a duas coisas básicas: o modelo de família tradicional e à ética cristã em matéria de definição de estilo de vida santificado em Cristo especialmente pela oração.

Cada brasileiro tem direito a uma opinião e a defender livremente suas convicções; o que não temos direito é de “torcer contra” para que a Nação se arruíne e se afunde.

Penso com firmeza que, sendo preparado formalmente na área de saúde, administração, pedagogia e teologia, minha fé e postura deve ser norteada por um verso que firma minha intenção com este Artigo e manifestação pública:

“Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em posição de autoridade, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador.” (1ª Timóteo 2:1-3).

Prof. Dr. Pr. Jean Alves Cabral

http://pastorjean.com.br

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(1) Citado em: https://oglobo.globo.com/brasil/entenda-por-que-novo-pgr-augusto-aras-criticado-pela-esquerda-pela-direita-23931922 

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