Leopoldo II da Bélgica – o Demônio da Bélgica!

Estava em uma investigação sobre um tema que não tinha direta conexão com a maldição que este terrível servo de Satanás foi para a Humanidade, quando me deparei com um excelente artigo assinado pela ilustre escritora Maria Luciana Rincón.

Transliterei alguns detalhes (entre aspas) para justificar esta minha manifestação com fotos e informações que estão na íntegra neste endereço do original e são de autoria da notável escritora:

https://m.megacurioso.com.br/amp/historia-e-geografia/100440-leopoldo-ii-da-belgica-um-dos-reis-mais-sanguinarios-de-todos-os-tempos.htm

Não há nenhum crédito de minha parte neste artigo; minha participação são com os comentários que faço, iniciando com o título que escolhi pela aberração que está explícita nestes fatos históricos.

Este Leopoldo II da Bélgica foi um amaldiçoado servo de Satanás e matou de modo aberrante seres humanos, estimativamente em torno de 10 milhões de pessoas e, isto algumas décadas antes da Primeira Guerra Mundial e até mesmo se tornando, historicamente, rival de amaldiçoados como Mao-Tsé, Mussolini, Hirohito, Stálin e Hitler; todos covardes que em certos momentos da História não pensaram na misericórdia e na graça de Deus e permitiram verdadeiras aberrações e genocídios indescritíveis. Mas, qual não é minha surpresa em verificar que Leopoldo II da Bélgica bem figura como “pai destes assassinos”.

Quando li as referidas palavras escritas no texto-Fonte, além de verificar a contundência de suas explicações, fiquei tão chocado que tive que investigar um pouco mais e, não precisei ir muito longe – foi suficiente digitar o nome deste monstro que, entre outras informações, encontrei estes link’s devastadores:

O que me causa maior espanto, na verdade, é que a blindagem feita para proteger a “memória” destes amaldiçoado parece ser uma coisa perfeitamente tranquila e os Historiadores nada têm a declarar sobre este assunto; aliás, ninguém nem sabe nada sobre este assunto nos grandes círculos da Academia.

Verifiquei em 06/10/2019 a página da Wikipedia chamada “Genocídios na História” e, pasmem, o genocídio congolês não está incluído. Contudo, o Congo é mencionado. O que agora é chamado de República Democrática do Congo é listado em referência à Segunda Guerra do Congo (também chamada Guerra Mundial de África e a Grande Guerra da África), onde ambos os lados do conflito multinacional caçaram Bambenga e os comeram. O canibalismo e a escravidão são males horríveis que devem ser inseridos na História e deveria ter um capítulo especial – mas, é tema acanhadíssimo!

Não há uma única linha sobre nada disto da parte das Grandes Corporações Cristãs, nunca vi um reles Sermão sobre este tema e o sujeito simplesmente matou 10 milhões de pessoas para locupletar-se com as riquezas daquela Terra em benefício próprio e, dizem: “para o bem do povo belga” – que, certamente, sob nenhuma hipótese, tem qualquer compromisso com isto. Aliás, nem sabiam de nada disto no século XIX.

“O que passa pela sua cabeça quando você pensa na Bélgica? Chocolates deliciosos? Cervejas de qualidade? Pois, se não fosse pelos recentes acontecimentos relacionados com o terrorismo na Europa, ninguém associaria essa pequena e pitoresca nação a eventos sangrentos e desumanos.”

“Leopoldo II nasceu em 1835 e subiu ao trono em 1865, já casado com uma princesa austríaca, Maria Henriqueta. Durante os primeiros anos de seu reinado, o monarca governou o país de maneira eficiente e comedida — tendo em vista o número de revoluções e reformas que pipocavam pela nação e culminaram na democratização da Bélgica décadas mais tarde.”

“Entretanto, segundo Richard, Leopoldo tinha forte interesse em expandir seu império e, vendo como as demais potências europeias administravam suas economias, acreditava que a grandeza de um país estava diretamente ligada à quantidade de recursos que a nação poderia extrair de suas colônias.”

“Assim, o desejo de aumentar seu domínio se transformou em obsessão, e Leopoldo começou a pôr seu plano em prática em 1866, quando tentou conseguir as Filipinas da Rainha Isabel II da Espanha, mas as negociações fracassaram quando a monarca espanhola foi derrubada do trono dois anos mais tarde. Foi então que o rei belga voltou sua atenção para a África, mais precisamente para a bacia do Congo.”

“Isso porque, na época em que a bacia do Congo se tornou uma colônia belga, essa região africana — cujo território era 76 vezes maior do que a Bélgica! — também era uma das maiores áreas de cultivo no mundo e contava com uma enorme abundância de recursos minerais. Mas Leopoldo não chegou até lá e, de cara, declarou que aquelas terras eram dele. O monarca foi bem mais ardiloso.”

“Logo os congoleses foram forçados a trabalhar até a morte em plantações e minas, sem falar que, para abrir espaço para a extração de borracha, Leopoldo ordenou a desocupação de incontáveis vilarejos e a derrubada de áreas imensas de florestas. Os nativos também receberam cotas de produção, e quem não conseguisse bater sua “meta” de obtenção de ouro ou marfim, por exemplo, era castigado — geralmente com a amputação de mãos e pés.”

“E mais: se o trabalhador que não cumprisse sua meta de produção conseguisse fugir antes de receber o castigo ou precisasse das duas mãos e pés para continuar trabalhando, quem tinha as mãos e os pés decepados eram sua esposa ou seus filhos.”

“Ninguém sabe dizer ao certo qual era a população do Estado Livre do Congo (livre?) quando ele foi estabelecido em 1885, mas as estimativas apontam que cerca de 20 milhões de pessoas viviam por lá. Um censo realizado em 1924 indicou que a região contava com 10 milhões de habitantes, o que significa que metade da população local provavelmente perdeu a vida durante a colonização belga — com Leopoldo como responsável direto e indireto.”

“Com o tempo, as histórias sobre as barbaridades cometidas contra os congoleses começaram a se espalhar pelo mundo e, em 1908, Leopoldo foi forçado a ceder sua “propriedade privada” ao governo belga. Diversas reformas foram conduzidas, e o Estado Livre do Congo foi rebatizado de Congo Belga. Além disso, o sistema de cotas de produção foi modificado, e o assassinato arbitrário de congoleses passou a ser tecnicamente proibido.”

“Entretanto, todo o dinheiro obtido com a exploração dos recursos do Congo continuou sendo enviado integralmente à Bélgica; da mesma forma, os castigos e as mutilações seguiram sendo aplicados até a nação africana conquistar sua independência em 1971. Como resultado, até hoje o Congo sofre com as consequências do sistema estabelecido por Leopoldo II, já que a corrupção acabou ficando enraizada no poder.”

“Para piorar, nos anos 90, o Congo foi arrasado pela Grande Guerra da África — que terminou em 2003 e resultou na morte de um número estimado em 6 milhões de pessoas. Sem falar que praticamente todos os recursos naturais do país continuam sendo explorados por nações estrangeiras, enquanto quase a totalidade da população vive em extremas condições de pobreza.”

“Uma ironia, considerando que o Congo é o país com a maior riqueza em recursos naturais (por metro quadrado) do mundo. E que fim levou Leopoldo? Ele morreu pacificamente em 1909, no dia em que seu reinado completou 44 anos. E sabe o pior? O monarca na maioria das vezes é recordado por suas incríveis conquistas e pelos belos edifícios que ele deixou como legado — e que foram construídos graças ao suor e ao sangue dos pobres congoleses. Triste, não é mesmo?”

(Repetindo estas citações entre aspas são encontradas em sua íntegra em documento especial.

Aberração e Preservação do Poder!

Qualquer um que vê minha foto sabe que sou naturalmente descendente de negros! Meu pai é negro, minha mãe é filha de um negro tão negro quanto meu pai. Minha avó materna era uma mulher branca e por isto minha mãe tem um tom mais claro da pele, porém, é óbvio na linhagem da família paterna que tenho, o sangue proeminentemente negro em todas as suas matizes.

Negros de Exu em Pernambuco e Negros de Juiz de Fora em Minas Gerais. Até onde pude detectar as linhas da família, temos conexões com um braço em Portugal (minha avó materna), um braço em Angola (meu avô paterno) e dois braços no Congo (meu avô materno e minha avó paterna). Obviamente que não consigo chegar além das informações orais passadas por minhas duas avós que já faleceram e meus avôs não tiveram esta interatividade comigo; meu avô paterno faleceu quando meu pai tinha 10 anos de idade e meu avô materno faleceu quando eu tinha 14 anos e nada sabia destes temas.

Este tema me chama atenção sempre, porque se meus filhos e netos estão vivos, se eu mesmo estou vivo, se deve a uma sequência de condições que eu nunca saberei quais foram, mas que envolvem (1) guerras em Angola e Congo, (2) assassinatos e aberrações desumanas contra minha família, (3) um sangue carregado de muita informação genética trágica com tendências que se manifestam em meus familiares em muitos sentidos e (4) acima de tudo, uma profunda reflexão sobre minha própria identidade.

Alguns documentos tais como os que vou citar, como fontes primárias bem introdutórias à questão africana, podem ajudar a entender a carga que existe em muitas das posições que os negros possuem em termos de subserviência às Grandes Castas no Ocidente que os subjuga permanentemente. 

A “teoria” de que a satanização de brancos justifica qualquer posição odiosa hoje de quem quer que seja de minha etnia, apenas expõe que não aprendemos nada como raça! Qualquer posição existencial que surja de uma marca de ódio, rancor, mágoa e desejo de vingança, é naturalmente uma energia destrutiva que corrói o que deveria ser canalizado para capacidades de construção de uma nova jornada no caminho da prosperidade. Por esta razão, sou absolutamente contra os ditos “movimentos negros” existentes no Brasil; minha posição é a de que o negro é uma pessoa e todas as vezes que se posiciona como “negro, filho de negros, que foram escravos” – apenas perpetua uma condição que diz à si próprio: “sou fruto de uma raça inferior que não teve força para sobrepujar os inimigos e que depois de muitos anos, fica com melancolia em torno de uma revisão de desgraças ao invés de concentrar no que tem aqui e agora e construir uma nova caminhada!”

É minha posição inegociável! Aliás, poucas pessoas estudam que o verdadeiro Israel é uma Nação de Negros, mas esta é outra História.

Agora, eu tenho 51 anos e uma experiência que é minha! Não sirvo de parâmetro para as outras milhões de experiências e nem pretendo ser líder de coisa alguma nesta direção. Interajo maravilhosamente com todas as raças e etnias e vivo o que acabei de afirmar.

Todavia, causou-me profundo espanto e pesar descobrir que Leopoldo II da Bélgica foi este demônio cruel, morreu em perfeita paz aos 44 anos (já foi tarde!) e a Humanidade não tem um reles “Memorial das Vítimas de Leopoldo II da Bélgica”!

Não sou estúpido em achar que meus irmãos de Angola e Congo foram escravizados pelos brancos europeus que surgiram do nada e os empilharam sem apoio local. Isto seria ser um verdadeiro bobão!

“A escravidão existia na África antes mesmo da chegada dos europeus. Os perdedores de um conflito, por exemplo, poderiam se tornar escravos dos vencedores. No entanto, a dimensão dessa prática era limitada. Quando os portugueses chegaram à África, seu interesse inicial não era em escravos. Logo depois, no entanto, isso mudou. As elites africanas facilitaram o comércio de escravos. Elas ficaram muito dependentes da importação de mercadorias europeias – como armas, artigos de consumo e de luxo. O que tinham para dar em troca, e que os europeus aceitavam, era sobretudo mercadoria humana. Isso foi desastroso para a África, porque era uma troca altamente desigual – produtos manufaturados por pessoas”, afirma Arlindo Manuel Caldeira.” (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45092235)

1ª Reunião dos Bilderberg’s em 1954

Mas, o tempo passou, a vida seguiu seu curso e cá estamos em 2019 e temos que fechar esta conta. Mas, é aqui que está minha comoção! Não existe sequer “um dia de luto” para lembrar o genocídio do Congo, sob o corrupto Leopoldo II da Bélgica. Não, não, não! A família dele vive como uma das poderosas famílias dos Bilderberg’s.

E, antes que algum bobalhão diga que é “teoria da conspiração”, entre no Site Oficial dos Bilderberg’s e não se atreva a falar besteira sobre aquilo que nem sequer informações básicas obteve ou foi checar: https://www.bilderbergmeetings.org/

Também não fale besteiras sob algo que nem sequer se deu ao displante de ler uns três livros a respeito e, para não dizer que eu não coloquei à disposição; ei-los:

A pauta é extensa, eu sei, mas minha função professoral me prende aos detalhes e à prolixidade de minhas investigações e, na medida do possível, sempre que posso, ofereço a quem me procura, uma ampla informação que seja capaz de abrir a porta para novas investigações e, no mínimo, uma informação digna de alguém que pretende educar da melhor forma que pode.

Deus nos ilumine e guarde!

Prof. Jean Alves Cabral

http://pastorjean.com.br

 

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