Debate Sobre Terraplana e Minha Posição!

Publiquei um texto comentando que o Prof. Afonso do canal na Internet “Ciência de Verdade”, Doutor em Geofísica é um excelente expoente sobre a Terra Plana e rebati alguns figuras que arvoraram-se a xingá-lo, defender tolices e arguir besteirol da mais infantil espécie; mas, entre estes um comentarista encaminhou uma resposta ampla à qual, por respeito à sua dedicação em responder-me, apresentei as seguinte observações que aqui apresento de modo à justificar minha manifestação para contraditar ou refutar (à objeção que ela representa).

Para que não haja qualquer dúvida, eu sou convicto de que a Terra não é um “planeta” e sim “uma estrutura plana” com características muito bem definidas. Acerca desta estrutura eu fundamento minhas convicções na (1) Bíblia e também (2) em fatos e provas científicas. Acerca disto eu trato em dois artigos meus:

Agora retomando o debate:

Em ordem: a frase usada pelo articulista e minhas observações.

(1) “Todo cientista sabe que estudo de fenômenos, fazendo parte da observação científica, não é uma teoria em si.”

Observação – a pauta é Terra Plana e o link que indiquei demonstra que (1) experimentos já constatados matematicamente, (2) com todos os rigores não só da observação, mas da demonstração científica, incluindo fatos, dados, documentos e experimentos, (3) estruturam “a Teoria em si”. A pauta da Terra Plana demanda uma compreensão dos fundamentos clássicos que a estabelecem e não retórica. O link a que me refiro é este aqui: http://terraeplana1.blogspot.com/2016/01/as-provas-da-terra-plana.html / mas o Livro original pode ser baixado na íntegra aqui: http://professorjean.com/wp-content/uploads/2018/02/A-Terra-Não-é-um-Globo-Samuel-B.-Rowbotham.pdf

(2) “A observação pode levar a teorias relativas, que tem validade em determinada situação, e não tem em outras. Nisso se inserem suas constatações de que o ser humano não sobrevive sem água ou oxigênio, e a estrada de ferro de 200 km.”

Observação – não se pode aferir isto nestes casos. Não há relativos em fatos primários existenciais, consagrados por absoluta unanimidade científica com séculos de constatação efetiva (empírica). Sou da área de medicina. A colocação de um cateter no coração não é uma ciência de suposições, obedece um protocolo exato que, ajustado em condições exatas, dá certo – se uma única peça falhar, é morte. Um relógio nunca vai funcionar se uma das peças estiver mal encaixada. Há absolutos em Ciência sim. Obviamente o investigador e o debate criam a base para a dialética sobre a pauta. Logo, não se trata de “teorias relativas”. Você tem mais de cem estradas de ferro construídas no século XIX sem qualquer cálculo considerando a “curvatura da Terra” e estas estradas de ferro (e pontes também) estão aí como prova absoluta de fatos, com dados matematicamente fechados em obras já executadas. Faria bem investigar este link aqui: http://professorjean.com/wp-content/uploads/2018/02/200-Provas-Que-a-Terra-Nao-e-Um-Globo.pdf

(3) “Não há teoria para o fato observado em si, já que respirar é um fenômeno natural, mas pode-se teorizar por quê o ser humano necessita de água e não de acetona para sobreviver, de oxigênio (e os outros componentes do ar respirável) ao invés de butano. O fato é observável e ao mesmo tempo relativo.”

Observação – É claro que aqui há um elemento de retórica: “não há teoria para o fato observado em si” / ora, é claro que a “teoria” é uma construção humana e não uma entidade em si, da mesma forma que o “fenômeno natural”; porém, quem teorizar que o ser humano precisa de acetona ao invés de água é alguém com profunda incapacidade técnica e nada entende de Hidroterapia ou mesmo de Somatossíntese Clínica. (1) O corpo humano é constituído de 65 à 83% de água dependendo de sua condição ecossistêmica, (2) não existe nada que possa substituir a água e sem ela por 3 dias e a acidose metabólica criará carga sobre peças estruturais, em 7 dias o sujeito estará morto. O fato observável não é relativo quando a sua possibilidade empírica universal é 100% óbvia. No caso da água, não há ser humano que viva mais de 10 dias sem água alguma, a desidratação e a autointoxicação renal o matará por acidose (hipóxia/anóxia). No caso da Terra Plana, as 200 PROVAS são um conjunto indivisível de experimentos que se fundem num seixo que, sinceramente, não creio que o nobre colega tenha sequer tido conhecimento deles como conjunto. Mas, repito: http://professorjean.com/wp-content/uploads/2018/02/200-Provas-Que-a-Terra-Nao-e-Um-Globo.pdf

(4) “A teoria pode ser exata ou não, e pode ser válida nesse ambiente, e não naquele (outro). Nesse contexto, trato da metodologia científica, e dos riscos de admitir verdades sobre teorias. A teoria de hoje, pode ser superada pela de amanhã.”

Observação: Como assim “a teoria pode ser exata ou não”? – Seu argumento precípuo é de que “não se pode afirmar que “é absoluto” e, o “absoluto” neste contexto, é óbvio, se refere à “exatidão”. Exatidão demanda, repito: empirismo, dados, fatos, experimentos concretos, matemática, realidade materialmente quantificável e vista – porque não é de filosofia que estamos tratando, mas de questões objetivas tais como “pontes, estradas de ferro e as 200 provas”.

Observação “2” – Como assim, “a teoria de hoje pode ser superada amanhã”? – pelo que depreendo de todos os críticos dos terraplanistas, nós somos uma pá de otários, idiotizados, com uma pseudociência maluca que pretende dizer que a NASA é uma imundície, fundada por um esquema cheio de cientistas Nazistas, carniceiros e que, por inventarem um monte de blandícias, se tornaram respeitáveis cientistas? Não, nós somos ridicularizados e agredidos porque fizemos exatamente isto: “apresentamos 200 provas de que a Terra é plana” e a NASA e seus seguidores oferecem o que mesmo? Oferecem fotoshop’s contraditórios que desde 1974 vem sendo ajustados para gente sem memória ou interesse em pesquisa séria à este respeito.

(5) Aqui, tratamos de teorias – PLANA X GEOIDE – e independente de minha OPINIÃO, há que se medir as possibilidades e aferi-las cientificamente, para concluir o fenômeno natural de sua forma definitiva. Se assim não fosse, nem estaríamos discutindo o assunto, e algum dogma superlativo, se imporia sobre outros. No caso das opiniões, elas são de foro pessoal, e cada qual pode ter a sua e, assim, há a possibilidade de termos mais de 7 bilhões de opiniões no mundo em que vivemos, sendo algumas mais assertivas que outras, mais prováveis e menos prováveis.

Observação: não há sete bilhões de opiniões meu nobre, há apenas duas em conflito. Uma apresenta as suas cartas sobre a mesa: http://professorjean.com/wp-content/uploads/2018/02/200-Provas-Que-a-Terra-Nao-e-Um-Globo.pdf // em outra manifestação, evoca-se o direito de resposta e ele é enfrentado com excelência: http://professorjean.com/wp-content/uploads/2018/02/randles-terra-plana.pdf // este direito de resposta é o que torna a pesquisa séria. Mas, não existe esta coisa de 7 bilhões de teorias. Em matéria de pesquisa, como num processo clínico não temos 7 bilhões de corpos, temos 1 corpo humano replicado 7 bilhões de vezes. Orelha não é pé e estômago não é tireóide. Novamente aqui há fundamentos absolutos de sustentação argumentativa e técnica para se chegar a procedimentos precisos. No caso da Terra Plana, existem textos específicos, argumentos específicos e uma dimensão envolvendo Geologia, Topografia, Antropologia, História, Matemática, Experimentos Específicos – não se trata de Odontologia ou Ginecologia. Não identificar o campo EXATO DE INVESTIGAÇÃO e sugerir à moda de Michel Foucault um “relativismo interminável”, ou mesmo uma “dialética negativa sistêmica” é qualquer coisa na direção do niilismo, mas isto não salva uma vida na mesa de cirurgia e não define como se derrubará as 200 provas de que a Terra é plana. A única maneira de fazê-lo é pegando uma-a-uma e derrubando com Ciência objetiva e que seja esmagadoramente certa. Afonso trabalha exatamente com esta MECÂNICA Geológica e tem compartilhado com milhares de pessoas, porém, ele é só um entre outros tantos milhões que já entenderam que há muito ouro, diamantes e terras com riquezas imensas além do círculo de gelo e por isto as Grandes Famílias que controlam nossa vida de gado nunca permitirão que plebeus sem pedigree como nós sequer sonhemos em ir além de uma Europa claudicante ou mesmo dos EUA cheio de suas idiossincrasias – haja vista que parece que Cuba e Venezuela, Camboja, Laos e Coreia do Norte não parecem ser muito apetecíveis!

(6) “O que faria uma OPINIÃO ser absoluta sobre outra senão a vontade do autor? Aí estaríamos tratando de dogmas e não de ciência, já que somente os dogmas são tidos por seus defensores, como indiscutíveis. Nesse ponto é que ocorre a cisão que separa religião e ciência. Esta é não dogmática, em oposição àquela. Tratam de paralaxes diferentes. Objetos observados não só de pontos diferentes, mas os objetos em si, diferem senão integralmente, quase.”

Observação: Novamente o “relativismo” que nunca poderá conquistar a verdadeira ciência porque vive de eternas suposições. Se este argumento pudesse ser válido em qualquer grau de normalidade ontológica ou científica, todas as cirurgias seriam terminadas em morte. Isto é uma imundície criada por Bourdieu, Foucault, Rosseau e outros defensores de alguma coisa do tipo: “Escola de Frankfurt”. Não há coerência nestas suposições sem estrutura na realidade.

“O que faria uma opinião ser absoluta sobre outra senão a vontade do autor?”

– de onde saiu isto? Não é de “opiniões” que estamos tratando aqui. É de 200 provas de que a Terra é plana.

– e elas são fruto de 200 experimentos objetivamente declarados e que qualquer um com paciência, algum dinheiro e boa vontade poderá fazer por si mesmo se quiser. Isto é o que normalmente se costuma denominar: experimentos científicos. E Ciência no Dicionário continua tendo como uma de suas definições clássicas: “conhecimento certo das coisas por suas causas”.

Toda Ciência estabelecerá “Dogmas”, da mesma forma que os “defensores da Terra Globo” o fazem e obrigam bilhões de seres humanos a ENGOLIR ISTO sem o direito de contestação e, quando o fazem, são esculhambados como se otários, idiotas e estúpidos fossem – numa perfeita demonstração do que seria, em tese, a negação de seu argumento pro-globo/terra. Por este expediente, a nossa discussão se torna inócua, porque você acaba de sugerir que A Terra nem é um Globo e nem é Plana – ora, então de que estamos falando aqui mesmo? Não é exatamente esta a razão da discussão? Como tal debate poderia ser tido “como indiscutíveis”?

Não é questão de opinião meu nobre, é questão bem simples do tipo: se tem asas é ave, se é homo sapiens, não é ave.

Pelo amor de Deus (ops! Ele não!) – de onde saiu isto? “Tratam de paralaxes diferentes. Objetos observados não só de pontos diferentes, mas os objetos em si, diferem senão integralmente, quase” — o objeto em análise aqui não diferem em absolutamente NADA. É da Terra que estamos falando. Não existe esta “observação de pontos diferentes”, é da Terra que estamos falando! Estamos nela. Eu terraplanista e (acho que seja) você globista na beira da praia olhamos o horizonte e vemos que a linha universal-horizonte é absolutamente plana e sem curvatura alguma. Podemos discutir isto? Sim, mas que estamos vendo uma linha reta no horizonte é ABSOLUTO. Negar isto em primeira mão é desonestidade intelectual para justificar ORGULHO DE OPINIÃO e aí sim deixa de ser Ciência. Mas, então, alguém sugere, vamos usar equipamentos e verificar esta linha numa expansão de 200km, vamos usar raio laser, vamos ver se conseguimos ver uma Cidade do outro lado do Lago que está há tantos quilômetros que apenas numa Terra Plana seria possível, haja vista que a curvatura impedirá que vejamos o chão do outro lado. É disto que se trata e não desta coisa de “paralaxes diferentes”.

(7) “E a ciência se faz por observação e experimentação replicável pela metodologia, por qualquer um que a tenha compreendido, e dispuser dos meios.”

Observação: Isto. É isto mesmo!

(8) “Só que a metodologia pode estar equivocada, invalidando as observações e pressupostos anteriores.”

Observação: Você, decididamente não pode estar sendo honesto na pauta Terra Plana. Na verdade, usa palavras para justificar alguma coisa que tem nome: relativismo e dialética negativa. Nada além disto. É puro Foucault, Bourdieu, Rousseau e Escola de Frankfurt. Não está interessado no assunto de verdade, pretende desqualifica-lo valendo-se de dialética. É incipiente. São 200 provas, testadas por um mar de gente que só tem à perder em defender a Terra Plana. Que são atacados por terem A CRENÇA COM BASE EM PROVAS que qualquer um pode fazer – mas, percebo que o negócio é negar, negar e negar; mesmo que os terraplanistas possam estar certo e suas 200 provas sejam corretas, negue-se e não se choque contra o sistema. Isto é covardia, não tem absolutamente nada que ver com Ciência e as contradições se impõem em si mesmas.

(9) “Objetivamente, o Tratado da Antártida não proíbe ninguém de transitar no continente antártico, sendo fato observável e constatável que inúmeras pessoas (se fizermos um bom esforço, poderemos quantificar de quantos indivíduos tratamos) já efetuaram viagens à região, transposições continentais/territoriais por variados meios, e circunavegação da área, sendo para nós brasileiros, o mais notório deles, o navegador Amir Klink.”

Observação: “objetivamente”? como assim “objetivamente”? Tudo não é relativo? Não há objetividade em coisa alguma! Onde fica aquela coisa de “vontade do autor”?

Mas, que bobagem é esta sobre o Tratado do Atlântico? De onde saiu isto rapaz?

Ninguém pode atravessar a Antártida de forma alguma. Ponto. Isto nem é discutível. Você não vai, eu não vou, a Marinha do Brasil não vai.

Sobre Bilderberg’s você não entende absolutamente nada. Nada vezes nada e se não for “pedantismo meu” recomendo-te ler sobre a pauta:

http://pastorjean.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Livro-Clube-Bilderberg-os-Senhores-do-Mundo.pdf

http://pastorjean.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Artigo-O-Poder-nas-Sombras.pdf

http://pastorjean.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Livro-O-Maior-Segredo-da-Humanidade.pdf

(10) “Assim, prefiro por opção, deixar de fora o grupo do Clube de Bilderberg (sendo eu de origem braso-franco-holandesa, tenho algum conhecimento a respeito), por não oferecerem inferência prática no caso. Atenho-me ao que podemos documentar e observar, e que podem ser transitórias.”

Observação: sério isto? Autoridade? Meu caro, entenda uma coisa: Ciência se faz com dados, fatos, documentos e experimentos – não com evasivas. Você não sabe absolutamente NADA sobre os Bilderberg’s, não sabe nem o Site Público deles. Não sabe nada e posa de conhecedor. Há minerais na Amazônia, além da Antártida e a própria sala principal da ONU o MAPA é Terraplanista – e tu jamais iria perceber isto se eu não o dissesse aqui. É fato, não é uma maldita imagem relativa. Não existe a Antártida no mapa da ONU, sabe por quê? Porque ela não existe e eles sabem que é um círculo de gelo.

(11) “Não obstante, há que se obter permissão para transitar na região Antártica(?). Possivelmente sim, já que para entrar em um país, em muitos casos há essa necessidade, mas não há proibição. Quanto às “credenciais”, costumava dizer aos meus alunos que a razão e a verdade só pertencem a elas mesmas e à ninguém mais, independente de titulações existentes, vaidades e arrogâncias de certezas vãs. A lógica, os cânones da ciência (questionar e questionar, razão desse interlóquio), a capacidade analítica não dogmática, despida de certezas incertas, etc…são minhas linhas de condução. A despeito disso, fui professor por anos. Minha formação inclui 03 cursos superiores (+ 1 abandonado no penúltimo ano), três especializações, um mestrado e outros cursos complementares e participação em variados grupos de estudos, que não vem ao caso, e nem me enchem os olhos, porém percebo ter alguma relevância para si. Foram 30 anos de magistério em nível médio e superior, convites variados para composição de bancas, e são 26 anos de consultorias a empresas, pessoas e autarquias, em cerca de 1.000 cidades de 11 estados do país, e em mais de 15 países, em 03 continentes, treinando pessoas e traçando cenários de probabilidades e análises culturais e de ambiente de negócios e econômicos. Qual a importância que dou a isso? NENHUMA.”

Observação: com relação à sua decisão em como tratar a sua própria carreira não é o tema. Porém, se impõe no Brasil técnico, que alguém com dominação em nível superior, obedeça critérios objetivos de causa e efeito. Ciência é o tema da Terraplana! Ao menos no Prof. Afonso Geofísico. Há um doutorado da USP, uma Banca de alta relevância que sabatinou o rapaz e no final ele venceu, demonstrando que não é um Zé-Ninguém. Isto significa que ele sabe seguir regras e critérios que apontam para CERTEZAS que são fruto de uma experiência técnica. Pode ser contestado? DEVE SER CONTESTADO. Mas, para que alguém o faça terá que usar de critérios GEOFÍSICOS e não de empulhação. Esta é a pauta! Por isto, a formação acadêmica do sujeito importa como critério de aferição de medidas. Um sujeito que é formado em Filosofia ou Literatura sabe o que de Geofísica para dar aulas a um PhD na área? È sério isto? O sujeito demanda mais de uma década da vida em especializar-se numa coisa e qualquer um pode chegar e avacalhar? Na boa, não se trata de PAPEL NA PAREDE, porque neste caso eu poderia alegar ter 6. Mas, não é de orgulho acadêmico que se refere a pauta aqui, mas de 200 provas de que a Terra é Plana e que ao INVÉS DE UM MONTE DE GENTE ENTRAR NO YOUTUBE E RESOLVER CRITICAR E AGREDIR O PROFESSOR (e não estou dizendo que fizestes isto, mas que muita gente fez está aí nos comentários) – isto é prova de dogmática religiosa Stars Wars e não Ciência de Verdade.

(12) “Somente minha função utilitária. Devemos nos ater ao que a lógica aponta, e não no que cremos por posições de opinião (dogmas).”

Observação: este foi o centro de minhas observações ao seu texto que para mim é contraditório, sem conexão com a realidade da pauta em comento, evasivo, defensor de uma relativização que encontra fulcro em um Foucault, Bourdieu, etc. – inúteis em matéria de Ciência e devastadores em termos de edificação de uma mentalidade saudável em qualquer grau de hipótese (mas é outra pauta, para outro Foro).

(13) “Por isso não cito, nem situo , nem “linko” quem quer que seja, textos ou vídeos, deixando o trabalho, a quem deseja aprender ou conhecer, pesquisando (e por favor, de forma correta – não superficial).”

Observação: por isto coloquei fontes, indicações de textos que apontam uma introdução aos temas aludidos por mim: terraplana e Bilderberg’s // obviamente para não ficar num vazio muito comum em “comentaristas de Youtube” que, numa simples olhada são praticamente 99% analfabetos funcionais e exercitadores de palavrões porque não sabem a língua portuguesa (ou qualquer outra que seja digna!).

(14) “Todavia, isso leva tempo e dá trabalho, mas enriquece a mente e ao espírito, nos fazendo senão maiores, no mínimo diferentes em relação ao período anterior. Por fim, cobro do cientista, ciência, e só.”

Observação: é o que defendi e insisto, negastes o tempo todo defendendo um relativismo estampado em suas palavras, de modo claro e enfático.

(15) “Metodologia, abordagem fenomenológica, comprovação não só empírica. Não possibilidades opinativas, ou teorias conspiratórias, e dogmas afins.”

Observação: (a) sobre esta fala: ‘teorias conspiratórias’ – não pode ser levado à sério, como disse você não sabe que os Bilderberg’s não são um Clube Secreto, mas atuam à luz do dia na maior cara de pau, não sabe NADA sobre eles e nem nunca teve interesse, portanto, não sugira que estou a falar de “teorias conspiratórias” é um insulto à inteligência de economistas e gestores de multinacionais, George Soros, a Família Rothschild, a Casa de Morgan e etc. não são fantasmas, são os Donos da poderosa “The City” em Londres. Você pensa que este estudo de terraplanistas é mimimi de desocupados e não é. Faz parte de um quebra-cabeças que tem sido desvendado por graça da Internet que nos permite interagir com muitos notáveis pesquisadores de diversas áreas, dentre os quais, Dr. Afonso que, nesta pauta, é um excepcional expoente do tema.

(16) “A verdade? Deixe-a que seja ela, dela, e não minha ou sua ou de outrem. Estou disponível a que me mostrem o contrário. Aprender é minha vida… Saúde, Paz e Conhecimento”

Observação: e no final, você torna efetiva a minha marcação de que sua bandeira é do relativismo, apenas e tão-somente relativismo socioconstrutivista, frankfurtiano, com abraços em Bourdieu e Foucault, dentre outros que estão no pano de fundo de frases como esta: “A verdade? Deixe-a que seja ela” — como se “ela”, no âmbito da academia de Ciências da Terra (Geofísica) fosse uma opção entre Adams Smith e Marx, ou entre um complicado Nietzsche e um Teólogo Protestante. A pauta aqui é “Terraplana” – é ou não é? Eis a questão. A resposta? Para muitos 200 provas nãos ervem de nada e nem merecem ser estudadas com profundidade, porque isto não vale nada e não afeta as suas vidas cotidianas – mas, então, não é possível entender qualquer tipo de crítica a quem se dedica, da mesma forma que quem se dedica, não poderia criticar quem não tem interesse e segue distante desta demanda; ora, ora, ora, mas não é assim com os dons e talentos diferenciados de todos nós? Uns são da área de Agricultura onde sou um absoluto neófito; outros da área de Tecnologias da Informação onde nem neófito sou e me estimo elegantemente na casa dos profundos analfabetos de todo. Em “terraplana”, Dr. Afonso é um gênio da área à ser “batido” não por mim, da área de saúde e por você, da área de humanas (visivelmente), mas por Geólogos e nós ficaremos aqui sentados de camarote, com boa pipoca e um bom suco assistindo na Internet esta magnífica exposição de Ciência de Verdade.

Cordialmente, Prof. Jean Alves Cabral

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