Em Qual Nome Invoco a Deus?

O que tenho entendido, nestes anos todos de estudo das Escrituras (37 anos e tenho 51) é que, para algumas pessoas, Deus está reduzido a tal situação que, se tornou incapacitado de entender a complexidade da mente humana em face do pecado e, reducionista, vai derreter em fogo e enxofre quem não conhece hebraico/aramaico – é óbvio que cada um pode e deve crer no que quiser; mas eu fico com uma compreensão bem simples que acaba com esta perda complicação para mim:

1- Está escrito em Êxodo 6:3 – “E EU apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, o Senhor, não lhes fui perfeitamente conhecido”.
2- Quando chegamos em 1 Reis 18:36, “o NOME” já era claramente conhecido de todo o Israel e o profeta Elias com certeza sabia a pronúncia perfeita, porém, diante dos inimigos espirituais que se manifestavam diante de si, ele usou uma expressão que foi (e é) esclarecedora para mim; ele os enfrentou invocando o Deus de Israel da seguinte forma: “Sucedeu que, no momento de ser oferecido o sacrifício da tarde, o profeta Elias se aproximou, e disse: Ó Senhor Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifeste-se hoje que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo, e que conforme à tua palavra fiz todas estas coisas.” – o profeta não usou o NOME e sim uma forma absolutamente diferente: “Deus de Abraão, de Isaque e de Israel” ou somente “Deus de Israel”.
3- Deste ponto em diante, é inepto entrar em discussões com quem quer que seja sobre “qual a forma do nome na pronúncia perfeita e correta” – se alguém sabe, lembre-se que do que está determinado:
Êxodo 20:7 – Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
Deuteronômio 5:11 – Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente ao que tomar o seu nome em vão.
4- No meio de toda esta briga de gente que nem sabe falar a língua portuguesa direito, que tem uma enorme dificuldade de entendimento de mil e uma coisas por conta da educação socioconstrutivista que recebeu destes Governos Socialistas que desde FHC implementaram um mar de bagunça entre nós; NENHUM DE NÓS PODERÁ FICAR EM DÚVIDA com relação AO NOME DO VERDADEIRO DE DEUS DA BÍBLIA. Por quê não teremos dúvidas? Porque está escrito:
Gálatas 3:29 – E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.
Ora, Abraão NÃO CONHECIA O NOME PERFEITO DE DEUS (já vimos acima na citação de Êxodo 6:3) e, eu, com absoluta convicção, gentio, descendentes de pais escravos do que vieram ao Brasil oriundos de Angola/Congo (negros) e um braço de Portugal (branco) – sei que não sou israelita, não sou de forma alguma um membro de uma das 12 tribos de Israel, portanto, me apego com “a fé de Abraão” e para encerrar, MATO ESTE FANATISMO INEPTO que pretende AMALDIÇOAR-ME PORQUE NÃO SEI A PRONÚNCIA CORRETA DO NOME DE DEUS com esta explicação que silencia minha alma sempre:
Gálatas 3:6 – Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.
Gálatas 3:7 – Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão.
Gálatas 3:8 – Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.
Gálatas 3:9 – De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão.
Digam o que quiserem os que pretendem amaldiçoar-me por não proferir O NOME, seja ELE na forma que considerarem correta (e quem estuda este assunto sabe que os envolvidos roem as unhas, nutrem ódio, são viciados neste assunto e ficam com arrogância pseudo-intelectual/espiritual nos debates);
Eu ‘sou abençoado’ porque eu confesso e creio exatamente assim:
1- Se Abraão que é denominado “amigo de Deus” (Isaías 41:8; Tiago 2:23; 2ª Crônicas 20:7);
2- Não sabia o NOME perfeitamente (Êxodo 6:3);
3- Por que eu, Jean Alves Cabral, vou lançar minha alma em angústia e ansiedade com relação a expressões complexas de um hebraico antigo e cheio de contradições fonéticas à considerar nas Casas de Debate enraivecidas e prepotentes que brigam por isto?
4- Basta-me “o temor de não tomar Seu nome em vão” e, peço ao Senhor que nem me faça saber mesmo qual seja esta pronúncia, para não cair em tentação e pecar como o filho de Selomite, neto de Dibri, da tribo de Dã e acabar como declara a narrativa sagrada: “blasfemando o nome do Senhor, será morto” (Levítico 24:10-16).
Sugiro à todos os que estão lendo estas linhas que ao orarem, com sinceridade e temor respeitoso pelo Criador do Céu e da Terra, sejam cuidadosos e zelosos em enunciar NA INVOCAÇÃO, da mesma forma que Abraão, Isaque e Israel fizeram e digam no início da oração:
“Ó Deus Todo Poderoso, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel; Deus do Grande Messias e Salvador nosso, o Senhor Yehoshua’, Louvado sejas no Céu e na Terra e que Tua presença se faça em mim nesta hora para que minha boca não blasfeme de teu sagrado Nome e da Tua imensa Pessoa.”
Decorem estas palavras, iniciem sempre com estas palavras e ficareis como Abraão “que creu e lhe foi imputado por justiça“.
Mas, se ainda houver alguma mínima dúvida, qualquer que seja, podeis usar a forma sagradíssima que basta repetir na introdução da oração e na mente interior:
Isaías 63:16 – Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; Tu, ó Senhor, és nosso Pai; nosso Redentor desde a antiguidade é o teu nome.
O Diabo nunca me afastará destas palavras, deste pensamento e desta NORMA que me salva!
Pr. Dr. Prof. Jean Alves Cabral

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